The american sniper

Assisti hoje ao filme de Clint Eastwood, o que me deu, novamente, a oportunidade de pensar sobre a diferença entra empatia e simpatia. É impossível ser um atirador de elite e ter empatia. Um matador é movido a simpatia por um lado apenas. Ele está ali, arma na mão, para atacar um alvo e proteger outro. Não importa a nacionalidade ou crença. Essa é sua função. De Ulisses a Chris Kyle, do grego ao texano, a única coisa que importa a um guerreiro é matar o inimigo, proteger os amigos e, se possível, voltar para casa. É impossível ser um roteirista de verdade baseando-se em simpatia. A um roteirista cabe contar uma história com imagens, palavras e ações baseadas em imagens. Se o roteirista con

Antes tarde do que nunca

Meu pai escreveu, uma vez, que homens e mulheres não gostam de ser bem tratados. Outro escritor que depois se tornou um grande amigo disse que algumas pessoas, quando são amadas, sentem seu narcisismo confirmado e, por isso, acham que quem as ama precisa lutar para conserva-las já que são tão especiais. Deixam então a pessoa que ama no alto da gangorra, até que a dita cuja perca a paciência, desça e ponha os pés no chão. Para esse escritor, o abandono é o recurso extremo de quem perde força na relação. Eu nunca entendi como algumas pessoas (muitas) não gostam de ser amadas. Mais do que isso, esnobam quem as ama. Agora sei o por quê.

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