It's ok not be ok


Minha amiga Cristine Barreto me deu a dica pelo whatsapp e obediente como sou maratornei a série.

Fico impressionada como as pessoas subestimam os impactos da maldade e dos preconceitos. Elas não sabem o quanto a incapacidade de amar, a incapacidade de ter empatia entristece e angustia os outros.

Quando seres humanos são capazes de transformar essas influências nefastas em histórias ou ilustrações a roda gira para um lado. Quando as pessoas não sabem exprimir o que sentem – como o menino mascarado – gira para o outro, e elas ficam impotentes, sempre fugindo.

Essa série coreana – traduzida inadequadamente como “Tudo bem em não ser normal”, na Neflix – traz muita coisa sobre as doenças mentais e sobre criatividade.

Eu gostaria que todas as pessoas que acham que gostem de mim assistissem a segunda aula do meu curso que começa dia 30 de setembro. Porque eu vou falar sobre essa série coreana à luz da masterclass que Clarisse Goulart ministrou no WIS.

A masterclass da Clarisse foi sobre criação e desenvolvimento de séries para o público adulto. Penso que a indústria de séries na Coréia do Sul está fazendo muito – as produções são mais... econômicas do que as nossas – com pouco e com temas inusitados. Misturando contos de fadas e terror melhor do que a Disney.

Compareçam. Temos muito o que aprender com eles.

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