Sensatez e reciprocidade

Meu amigo Celso Sisto perguntou se meu texto sobre Invenção não implicaria em perda de emoção. É provável, Celso, é provável. Mas, veja, qual a emoção que existe em tagarelar aos ventos? Eu gosto de cultivar amores, amigos, trabalho. Não necessariamente nessa ordem. Reciprocidade me emociona. Quem me cultiva, me emociona. Quem se entrega a mim, me emociona. Gentileza, me emociona. Em qualquer grau de intimidade.

Eu gosto da simetria. Em todos os terrenos. Como diria Caio Fernando de Abreu: “gosto de pessoas doces, gosto de situações claras”... E as situações só ficam claras com reciprocidade.

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